As fachadas dos prédios estão tomadas por rabiscos. Segundo os comerciantes, nem adianta consertar. Uma semana depois da pintura, uma nova pichação amanhece no local.
O gerente de uma papelaria reclama dos prejuízos com o vandalismo. "Eu gasto em torno de R$ 2 mil para consertar e pintar, mas não adianta nada.", diz André Soares.
Proprietário de um lote,que aguarda autorização na justiça, para a construção de um espaço imobiliário, Sérgio Alves, classifica os pichadores como "homens-aranhas" e, cansado, diz que desistiu de repintar e reformarr a fachada "Eles só respeitam se houver grafite", define.
Ceilândia é berço de ex-pichadores que se profissionalizarm através do grafite. A cidade, conta com um projeto que incentina o não vandalismo (pichação), chamado Picasso não Pichava.
O muro que já foi picahdo, era utilizado também para avisos clandestinos. Após o grafite, as pichações pararam. Fonte: Vanessa Castro
Outro problema
Placas de sinalização também são alvo. Os grupos de pichadores costumam recompensar os rabiscos e riscos mais ousados com prêmios que podem chegar a R$ 1 mil.
Outra parede pichada, retrato do descaso das gangues com a imagem e conservação da cidade. Desenhos grandes, com mais de um cor, representam status aos pichadores. Normalmente, envolvidos também com drogas. Foto: Vanessa Castro
A Administração Regional de Ceilândia diz que a limpeza ou a prevenção das pichações não são de sua responsabilidade. Procuramos então a NOVACAP ( Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), que cuida da manutenção e conservação de placas, bens públicos como faixadas públicas. A Ascom, ( Assessoria de Comunicação) informou que é necessário uma maior campanha de concientização social, para evitar a degradação de bens públicos em Brasília, que deve começar algo nesse sentido ainda nesse ano. Enquanto isso, comerciantes e moradores sofrem com as ações de vandalismo.


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